Leia os trechos de opiniões veiculadas em um mailing list na ocasião de um comentário sobre uma palestra que abordou o tema raciocínio clínico nas lesões esportivas:
“o processo de diagnosticar deve ser entendido como uma abordagem interdisciplinar de caracterização, identificação e diferenciação do sofrimento de uma pessoa, e assim cada conclusão acaba por ser pessoal e característica”
“Durante a discussão multiprofissional, foi levantada uma questão interessante a respeito do diagnóstico médico X fisioterapêutico. Pelo que entendi, o diagnóstico médico seria dar nome à doença, enquanto o fisioterapeuta diagnostica os sinais, sintomas e consequências (dor, edema, diminuiçao de força, etc) da doença identificada pelo médico.”
“Claro, existem profissionais e profissionais, historicamente o fisio foi educado a querer assumir outros papeis, desastrosamente, mas alguns tem sorte. Mas eu acredito em evolução profissional e o momento da nossa é de quebra de paradigmas, eu to apostando que ta mudando e tbm por sorte vejo isso em alguns locais”.
Passado esse primeiro mês de estágio, você colega aluno, já tem estabelecido em seu cotidiano os aspectos essenciais para o raciocínio clinico e tomada de decisão que irão guiar o atendimento de seus pacientes? Levando esse questionamento para um sentido mais amplo, você já concebeu a verdadeira identidade de seu papel como fisioterapeuta?
Participem dessa discussão salutar, com opiniões livres, porém consistentes e embasadas!
Não é uma tarefa tão fácil, porém, não é tb uma árdua competência. Começamos com muitas dúvidas e cheios de expectativas. Mas no atendimento diário e nos estudos junto com os colegas, vemos o quanto podemos fazer e melhorar! Cito por exemplo um caso de diagnóstico médico de P.O. de Artroplastia de quadril esquerdo. Até aí td bem. Só q em letras garrafais estava escrito q o(a) paciente não poderia cruzar as pernas, fletir quadril mais de 90°, entre outros. Isso é sabido por nós Acadêmicos, Fisioterapeutas! Daí a importância de raciocinarmos com lógica e valorizar oq somos!
ResponderExcluirAcd.: Paulo Andrade
Pof(a): Giovana Bezerra
o racicíocino clínico inicia-se desde a entrada do paciente na sala de avaliação, através dele questionamos,resgatamos os conhecimentos, buscamos a semiogêse das disfunções para a elaboração do tratamento e tomada de decisão. Sem o racicíonio clínico o tratamento fisioterápico torna-se superficial e ineficaz. A tomada de decisão tem que ser consciente, responsável e baseada nas informações obtidas através do raciocíno clínico.
ResponderExcluirProf Karla Meireles
Cada dia que passa tenho mais consciência sobre o que ser um fisioterapeuta e também da responsabilidade que devo ter em cuidar de cada paciente. O fisioterapeuta tem que ter um trabalho interdisciplinar onde cada diagnóstico deve ser feito com um conhecimento de cada profissional. O diagnóstico do médico deve ser um guia para o fisioterapeuta, mas um bom profissional não deve deixar de investigar para confirmar se a sua conclusão corresponde com a do outro profissional. Caso contrario o papel do fisioterapeuta é comunicar o médico o que esta ocorrendo para entrar em um senso comum. Nuca um bom profissional tira sua conclusões sozinho e sim interagem com os outros profissionais de saúde.
ResponderExcluirAcd – Sandra Vasconcelos
Prof - Maíra
O fisioterapeuta deixou, há algum tempo, de ter apenas papel de reabilitador na rede de profissionais da saúde. Hoje, é um profissional que atua na prevenção, proteção e promoção da saúde, transitando nas diversas áreas oferecidas pelo mercado de trabalho, preocupando-se especialmente com a melhoria da qualidade de vida da população.
ResponderExcluirA prática de estágio nos permite mais vivência e experiência como futuros profissionais, particularmente me sinto mais segura em elaborar um diagnóstico cinesiológico funcional e comprovar ou contestar o diagnóstico médico com maior raciocínio clinico. Os professores atuam como facilitadores do nosso aprendizado e nos proporcionando maior base para nosso conhecimento como futuros fisioterapeutas.
Acd- Luciana de Sousa Alves
Prof- Maria Tereza
A fisioterapia é uma profissão séria e tem leis que a regem, entre elas destaco a autonomia do diagnóstico cinético- funcional, por isso discordo com a afirmação "... historicamente o fisio foi educado a querer assumir outros papeis, desastrosamente, mas alguns tem sorte...". O bom profissional, através da sua formação tem total capacidade e habilidade para realizar avaliação.
ResponderExcluirA partir do momento que o paciente chega até o fisioterapeuta, passa a ser não o paciente do Dr. "fulano", mas sim de todos que o atendem. E assim o fisioterapeuta como "dono do tratamento fisioterápico" poderá avaliar e realizar o tratamento . O raciocínio clínico surge com a chegada do paciente, ou seja, com a procura do paciente por um tratamento e não por um encaminhamento médico.
A demanda por qualidade máxima do cuidado em saúde, combinada com a necessidade de uso racional de recursos, tem contribuído para aumentar a pressão sobre os profissionais da área no sentido de assegurar a implementação de uma prática baseada em evidências científicas.
ResponderExcluirA Prática Baseada em Evidências busca promover a integração da experiência clínica às melhoras evidências disponíveis, considerando a segurança nas intervenções e a ética na totalidade das ações. A Fisioterapia Baseada em Evidências é a arte de avaliar e reduzir a incerteza na tomada de decisão em saúde.
A prática da Fisioterapia baseada em evidências significa integrar cada especialidade com a melhor evidência clínica disponível proveniente de investigação sistemática, baseado em autonomia e na experiência clínica.
Aluna: Jorgeane Andrade
Profa.: Maíra Viana
Cada profissão tem suas habilidades e competências a serem desenvolvidas. A Fisioterapia vem conquistando maior espaço no mercado de trabalho atuando na prevenção, promoção e recuperação da saúde. A profissão, entretanto, passa por uma fase de transição, que aponta para novas práticas, possibilidades e formas de atuação.
ResponderExcluirNo início dos campos de estágios nos sentimos um pouco inexperientes e inseguros, com o decorrer do tempo vamos adquirindo mais habilidades, segurança e experiência. A importância de buscarmos conhecimentos além do que é previsto na disciplina é fundamental.
Cito por exemplo, uma paciente que chegou com Diagnóstico Médico de Fibromialgia, e ao avaliá-la juntamente com a facilitadora da disciplina concluímos que seu quadro clínico era sugestivo de Síndrome de Quervain. Portanto, nosso diagnóstico cinético funcional deve ser tão valorizado e respeitado quanto aos das demais profissões.
Aluna: Isadora Campos Lopes
Profª: Maíra Viana.
A forma utilizada para tomada de decisão e tratamento a ser aplicada no paciente inicia-se com a avaliação, momento em que deve-se buscar uma situação de conforto do paciente, conquistando-lhe a confiança já num clima de total relaxamento. Houve muita espectativas de como seria nossa vivência na identidade de uma fisioterapeuta. Agora passado um mes de Estágio, percebe-se que o aprendizado teórico encaixa perfeitamente na prática. Quando tomamos a decisão de propor um tratamento ao paciente temos que ter a consciência do nosso conhecimento especifico, da responsabilidade com cada caso, da atenção que deve ser dispensada e ter grande capacidade de conviver com o sofrimento e dor das pessoas. De fato é uma prévia de tudo o que faremos após a conclusão do curso. Acd:Zilda Prof:Maria Tereza
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ResponderExcluirA verdadeira identidade dos nossos papeis como futuras fisioterapeutas inicia-se deste o primeiro contato com o paciente,pois é a partir daí que se cria um vínculo de segurança em ambas as partes. Posteriormente devemos ter o cuidado da importância do embasamento teórico através dos recursos técnico- científicos.Melhorando assim a qualidade de vida dos pacientes nos aspectos biopsicossociais. Mostrando assim a suma importância da Fisioterapia diante da Reabilitação funcional.
ResponderExcluirAcc: Terezinha de Jesus.
Prof: Maíra Viana.
A partir do momento que o paciente nós procura ele deposita em nós a sua confiança, e esse vincula será do inicio do tratamento até o fim, assim nos temos autonomia de como será o tratamento e não com receita de bolo mandadas pelos médicos,com uma avaliação detalhada, e com o nosso diagnóstico cinesiológico funcional, temos como tratar esse paciente, e posteriormente dá a alta, e no estagio hospitalar vivenciar essa fase tem sido muito gratificante para mim.
ResponderExcluiracd: Ana Paula de Sousa
Prof: Ana Paula Abdon
A vivência do estagio ambulatorial me proporcionou uma tomada de decisão, nesse estágio o paciente vem encaminhado pelo médico para realizar a fisioterapia cheio de dores, de bloqueios articulares querendo a melhora dessa dor que esta incomodando. Com a busca do conhecimento, habilidades e a tomada de decisão o fisioterapeuta melhora os bloqueios, as contraturas e as dores temos a autonomia da elaboração de um diagnostico cinesiologico funcional.
ResponderExcluirA prática da Fisioterapia baseada em evidências significa integrar cada especialidade com a melhor evidência clínica disponível proveniente de investigação sistemática, baseado em autonomia e na experiência clínica.
Acd: Zandra Lorena
Profa: Giovana Bezerra
Muitas vezes nos deparamos com situações em que o paciente procura atendimento fisioterápico sem nenhum diagnóstico médico! A partir disso, é que nós nos deparamos com o desafio de descobrir a causa da dor do paciente. Para uma tomada de decisão no estágio, temos que além de fazer toda uma avaliação, conversar com o paciente, conhecê-lo, para só aí nortear o nosso tratamento.
ResponderExcluirAcd: Rafaella Ferreira
Profa: Eluciene
Começamos os estágios com certa inexperiência e inseguros e com muitas dúvidas, mais cheios de expectativas e com o passar do tempo vamos adquirindo experiências e segurança.
ResponderExcluirUm fisioterapeuta hoje em dia atua na prevenção, proteção e na promoção da saúde e preocupa-se especialmente com a melhoria da qualidade de vida do paciente. Sabemos da responsabilidade que devemos ter em tratar um pacientes. Acho que a tomada de decisão tem que ser consciente, responsável e baseada nas informações obtidas através do raciocino clínico. Nosso diagnóstico cinético funcional deve ser tão valorizado e respeitado quanto aos das demais profissões.
Acd: Grace Kelly Freitas
Profª: Eluciene
O fisioterapeuta deixou, há algum tempo, de ter apenas papel de reabilitador na complexa rede de profissionais da saúde. Hoje, é um profissional que atua amplamente na prevenção, proteção e promoção da saúde, transitando com propriedade nas diversas áreas oferecidas pelo mercado de trabalho, preocupando-se especialmente com a melhoria da qualidade de vida da população. O fisioterapeuta hoje, desenvolve suas atividades nas áreas de atendimento hospitalar, ambulatorial e domiciliar nas especialidades que abrangem a Reabilitação Cardiofuncional, Pneumofuncional, Traumato-Ortopédica Funcional e Reumatológica, Neurofuncional Adulto e Pediátrica, Dermatofuncional, Fisioterapia Uroginecológica, Fisioterapia Desportiva, Saúde do Trabalhador, Fisioterapia Aquática e Programas de Saúde da Família.
ResponderExcluirAlém disso, também está apto a atuar em centros de recuperação bio-psico-social, nos programas institucionais de saúde pública e nas ações básicas de saúde. Fora da atuação direta em saúde, pode exercer sua função no magistério superior, na indústria de equipamentos profissionais, na vigilância sanitária, nas auditorias técnico-profissionais e nas perícias judiciais. Enfim, são várias as possibilidades de atuação do fisioterapeuta, sendo necessário para isso, uma boa formação.
O fisioterapeuta deixou, há algum tempo, de ter apenas papel de reabilitador na complexa rede de profissionais da saúde. Hoje, é um profissional que atua amplamente na prevenção, proteção e promoção da saúde, transitando com propriedade nas diversas áreas oferecidas pelo mercado de trabalho, preocupando-se especialmente com a melhoria da qualidade de vida da população. O fisioterapeuta hoje, desenvolve suas atividades nas áreas de atendimento hospitalar, ambulatorial e domiciliar nas especialidades que abrangem a Reabilitação Cardiofuncional, Pneumofuncional, Traumato-Ortopédica Funcional e Reumatológica, Neurofuncional Adulto e Pediátrica, Dermatofuncional, Fisioterapia Uroginecológica, Fisioterapia Desportiva, Saúde do Trabalhador, Fisioterapia Aquática e Programas de Saúde da Família.
ResponderExcluirAlém disso, também está apto a atuar em centros de recuperação bio-psico-social, nos programas institucionais de saúde pública e nas ações básicas de saúde. Fora da atuação direta em saúde, pode exercer sua função no magistério superior, na indústria de equipamentos profissionais, na vigilância sanitária, nas auditorias técnico-profissionais e nas perícias judiciais. Enfim, são várias as possibilidades de atuação do fisioterapeuta, sendo necessário para isso, uma boa formação.
TICIANNA NUNES
Profa. Sandra Mara
A experiências do estágio ambulatorial em fisioterapia nos abre as portas para o mundo que nos espera em um futuro bem próximo. Através da prática vivenciada dia-a-dia ao poucos perdemos o medo e colocamos em prática todo o aprendizado acumulado durante esses anos de estudo, o contato com o paciente e o atendimento, juntamente com a ajuda e orientação do professor que nos é um facilitador nos torna aos poucos um profissional seguro. Para que possamos ter essa segurança é de fundamental importancia o contato com as práticas e estudos baseados em evidências, ampliando nossos conhecimentos e nos dando certeza em relação a nossa avaliação e atendimento para que assim possamos ter segurança as se discutir os casos com outros profissionais da saúde. O papel do fisioterapeuta vai bem além de aliviar a dor, estamos também responsáveis de devolver a funcionalidade desses paciente já lesionado trabalhando-o como um todo não só como um ombro, joelho, cervical, lombar e etc... Além dos trabalhos e prevenção e orientação e das outras áreas de atuação da nossa profissão que vem se ampliando a cada dia mais.
ResponderExcluirMariliza Santiago
Profa Rinna Rocha
A vivência diária no estágio nos mostra um pouco da realidade encontrada após a conclusão do curso. Particulamente, no inicio me senti um pouco insegura para as tomadas de decisões e elaboração do Diagnostico Cinesiologico Funcional, mas com o passar dos meses e a prática diária, adquiri mais facilidade e segurança para realizar essas ações.
ResponderExcluirCada dia que passa tenho mais certeza do imenso papel do Fisioterapeuta na saúde e acho sim que deve existir uma ação conjunta entre os profissionais, para juntos buscar-mos a melhora e o bem estar do paciente. O diagnostico médico serve de base para o primeiro contato com o paciente, porem uma avaliação bem feita de um Fisioterapeuta é indispensável para um bom prognostico.
Acd: Sabrinne Barreto
Profª: Eluciene
No inicio não é tão fácil, pois ainda estamos muito inexperientes na tomada de decisão, mas ao poucos vamos aprimorando com a vivência,e sabendo que ali mostra um poouco da realidade que podemos encontrar quando terminármos o curso e Com as discussões com os colegas e professores vamos aprimorando e praticando cada vez mais para obter um raciocinio melhor. Vai se perdendo o medo e a insegurança.Quando se diz que “Durante a discussão multiprofissional, foi levantada uma questão interessante a respeito do diagnóstico médico X fisioterapêutico. Pelo que entendi, o diagnóstico médico seria dar nome à doença, enquanto o fisioterapeuta diagnostica os sinais, sintomas e consequências (dor, edema, diminuiçao de força, etc) da doença identificada pelo médico.” e eu pergunto.. e quando o diagnóstico médico vem para nós errados e com tratamento fisioterapêutico prescrito? Por isso que discordo, somos capazes sim de fazer uma boa avaliação e assim poder fazer a escolha da melhor técnica para tratar um paciente.
ResponderExcluirAcd Thycianne Bezerra Lima
Profª Giovana Bezerra
Avaliar um paciente é uma ciência,pois nos deparamos com coisas simples e complexas e temos que ter a capacidade de decisão para saber o que fazer e não passar insegurança ao paciente,muitas vezes sabemos o que fazer mas por medo de errar nos esquivamos e não fazemos o que tem que ser feito. Por isso temos sempre que estar nos atualizando e estudando muito, para que possamos adquirir conhecimento e confiança necessária para o trabalho.
ResponderExcluirACD: Raphael Herbester Mariano
Profª: Geovana Bezerra
No início do estágio ambulatorial me senti um pouco insegura em relação à avaliação e o tratamento que seria usado nos pacientes mas, depois das práticas perdemos o medo e colocamos em prática todo o aprendizado acumulado durante esses anos de estudo e hoje me sinto mais segura.
ResponderExcluirEm relação ao diagnóstico, a tomada de decisão tem que ser consciente, responsável e baseada nas informações obtidas através da avaliação que foi realizada no paciente. Nosso diagnóstico cinético funcional deve ser tão valorizado e respeitado quanto aos das demais profissões.
ACD: Mayane Silveira Maia
Profª: Leila Machado
A experiência vivida no estágio ambulatorial facilita a prática dos conteúdos aprendidos nas aulas teóricas. Acredito que a base para um satisfatório raciocínio clínico e consequentemente uma boa tomada de decisão é ouvir a história do paciente e assim fazer uma HDA minuciosa.
ResponderExcluirApós meses de estágio pude perceber que o fisioterapeuta precisa conversar com seu paciente, saber o que ele pensa, perguntar se ele sente melhora nos seus sintomas.E além disso,precisa sim, delimitar muito bem suas funções para que assim possa exercer o seu papel plenamente.
Acd. Lígia Rocha
Prof. Giovana Bezerra
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ResponderExcluirO raciocínio clinico e, consequentemente, a tomada de decisão viemos aprendendo desde o primeiro dia que demos inicio a faculdade. Ele foi construído gradativamente para que se torne um processo natural de aprendizado, pois ele necessita de vasto conhecimento. Com o conhecimento que adquirimos durante o decorrer dos semestres anteriores podemos, em fim colocarmos diariamente com o estágio ambulatorial, pois temos diariamente ou semanalmente avaliações onde teremos que investigar a sua queixa,a história da doença atual, realizarmos teste de forma global e específicos em busca de sinais positivos e que possam ter relação com os sinais apresentados, por fim realizaremos o provável diagnostico. A partir desse relato acima, e com a experiência que adquiri ate o determinado momento, creio que criei um habito de avaliar, diagnosticar e tratar. Então, de certa forma estabeleci em meu cotidiano os aspectos essenciais para o raciocínio clinico e tomada de decisão onde irão guiar o atendimento aos pacientes, mas nunca esquecendo que sempre iremos aprender e com o tempo evoluiremos cada vez mais. O fisioterapeuta tem o papel, na minha opinião, de acolher aquele paciente no sentido de minimizar aquilo que o fez procura-lo,pois muitas vezes ele chega com tanta dor, então, o objetivo é melhorar a qualidade de vida deles.
ResponderExcluirAcd.: Aline Barreto
Prof.: Mylza Rosado
A nossa atividade profissional exige que estejamos sempre dialogando com as disciplinas do curso. Além disso uma avaliação correta deverá conter toda a experiência do profissional aplicada ao caso particular. A correta aplicação das técnicas aliada a uma avaliação 'global' do paciente será o caminho de sucesso para a saúde do paciente. É comum do fisioterapeuta essa habilidade em avaliar, e para o fisioterapeuta dos próximos anos será imprescindível a contextualização dos casos neste mundo em que as transformações afetam diretamente a vida das pessoas. Os prontuários e planos de tratamento podem ter grandes melhorias com uma análise criteriosa e multiprofissional. O papel do fisioterapeuta estará em constante mudança para que ele acompanhe a necessidade de seus pacientes e assim possa cumprir melhor a sua missão.
ResponderExcluirAcd.:Italine
Profª: Sandra
As decisões terapêuticas, no processo de solução dos problemas, envolvem a idealização de planos de ação que tenham por objetivos mudar a situação atual do problema para uma outra melhor. A mudança pode ser a cura, o alívio de um sofrimento, a prevenção de uma doença grave ou de uma complicação, a redução das preocupações do paciente ou a compreensão realista do problema. Em todas essas situações, entretanto, o profissional de saúde deve ter uma síntese do problema e uma hipótese diagnóstica adequada para permitir a planificação do tratamento. A avaliação cuidadosa e científica do paciente é apenas um meio para a escolha do tratamento apropriado. O diagnóstico, embora um caminho fundamental no processo da solução do problema clínico, não é o seu objetivo final. O objetivo final do processo é a solução do problema com a terapêutica dirigida pelo diagnóstico e pela síntese do problema. Ao depararmo-nos com a complexidade da tarefa de tomar decisões e ser responsáveis pelo resultado de nossas ações, percebemos que estamos frente a um mundo desconhecido e não tão fácil, porém é mais simples do que pensamos, pois se eu passo a conhecer a realidade do paciente, ouço suas queixas, se reconheço o paciente como coparticipante em seu processo de cura e reabilitação, se vejo a importância de um tratamento humanizado e multidisciplinar, onde conheço os meus limites como profissional na minha área, como por exemplo, a fisioterapia aqui no caso, se eu sei até onde eu posso ir, e não invadir a área do outro, tudo se torna bastante fácil. É indiscutível o quanto a fisioterapia tem avançado, tanto na produção de conhecimento específico e na implementação desse conhecimento na clínica, a chamada prática baseada em evidências, quanto em programas de pós-graduação lato sensu e stricto sensu; porém, a socialização necessária para o reconhecimento público ainda não foi totalmente alcançada, pois ao meu ver, enquanto o fisioterapeuta não identificar o seu papel e ser capaz de falar claramente sobre ele nas equipes multidisciplinares de saúde, a profissão não irá avançar na velocidade que ela já deveria ter avançado, enquanto existir profissionais não baseados cientificamente, inseguros, que não sabem o que querem, que se submetem a ganhar migalhas por não saber o seu real valor, nossa classe ainda vai demorar um pouquinho para crescer o tamanho que nos queríamos que crescesse.
ResponderExcluirNa vivencia do estágio ambulatorial, nos podemos ver atraves da postura profissional daqueles da casa, qual a postura que eu gostaria de ter ao me formar, como e até que ponto a barreira entre o profissional e o paciente deve existir, pois tudo demais é veneno , hoje acredito que as coisas devam ser dosadas, que tudo tem seu limite.
Aluna: Nathália Cordeiro
Prof: Ana Paula Abdon
A qualificação do profissional fisioterapeuta vem crescendo cada vez mais ao longo dos anos. Nossa avaliação e diagnóstico cinesiológico das patologias que nossos pacientes apresentam tem importância primordial para o raciocínio clínico e tomada de decisão que irá promover o processo de cura de nossos pacientes.
ResponderExcluirO bom fisioterapeuta deve ter seus conhecimentos fundamentados na prática baseada em evidência, tendo então conhecimento sólido, o uso do raciocínio clínico irá norteá-lo em um tratamento consistente e eficaz, não apenas repetições baseados no "eu acho que da certo".
Acd: Florinda Moro
Prof: Ana Paula Abdon
O primeiro contato com o paciente é essencial. É por meio de uma avaliação bem executada que o fisioterapeuta poderá compreender a real situação do paciente e traçar um plano de tratamento adequado. O papel do fisioterapeuta é, dentro de suas competencias, promover,manter e recuperar a saúde com ampla visão do seu paciente e seu contexto biopsicosocial.
ResponderExcluirEllis Isadora C.B.M.F. Lima
Prof. Ana Paula Abdon
A escolha do curso no ato do vestibular já estava mostrando a nossa identidade como fisioterapeuta que vai sendo moldada durante a faculdade. As disciplinas especificam foram nos proporcionado um raciocínio clinico na visão do diagnóstico cinesiológico funcional. E durante o estagio ambulatorial, uma disciplina que nos proporciona uma maior autonomia, se viabiliza , uma tomada de decisão para guiar o atendimento do paciente.
ResponderExcluirAcd.: Raquel Uchôa Lobo
Prof.: Mylza Rosado
O profissional Fisioterapeuta tem seu papel definido na área da saúde. Muitos ainda gostam de ser subordinados a outros profissionais, enquanto outros lutam por uma maior independência, mas o importante é ser competente e saber trabalhar em equipe. Definir o que se deve tratar e como fazê-lo, sem dúvida depende de uma avaliação bem feita e de amadurecimento profissional, o que se torna o estudo primordial, estamos iniciando o processo de amadurecimento profissional, adquirindo a cada dia experiência e estudos. Devido ao inicio de carreira profissional, muitas vezes ainda há inseguranças e dúvidas, as quais ao longo do semestre procurei melhorar, e tenho hoje com a recuperação de alguns pacientes o retorno.
ResponderExcluirAcd. Rebeca Lima
Profª. Eluciene
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ResponderExcluirO fisioterapeuta, hoje, abandonou o papel de um simples profissional da reabilitação, atuando como um profissional voltado a proteção, promoção e prevenção da saúde da funcionalidade do indivíduo, restaurando a sua integridade e gerando o maior grau possível de qualidade de vida para o mesmo.
ResponderExcluirO diagnóstico do médico é um direcionamento para o fisioterapeuta elaborar o seu diagnóstico cinesiológico funcional. É através da sua investigação, que o fisioterapeuta confirma ou contesta o diagnóstico clínico.
Todo começo de estágio, é sempre um desafio.
Normalmente, há um sentimento de insegurança, bastante dúvidas e muitas expectativas.
Mas com o decorrer dos atendimentos diários, estudos e acompanhamento do orientador responsável, cria-se mais confiança para tomada de decisões, as habilidades ficam mais desenvolvidas e há motivação com resultados.
Adquirindo-se, assim, cada vez mais consciência sobre o papel de ser fisioterapeuta e responsabilidade com o cuidado dos pacientes.
Acd. Natásia de Souza Teles
Profa. Eluciene Carvalho
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ResponderExcluirNo primeiro momento, havia mais insegurança do que a própria falta de conhecimento ou habilidade da minha parte. Passado esse tempo, já criei uma certa noção das metas que devemos atingir em uma avaliação, como desenvolver um protocolo de atendimento, como tomar decisões em certos casos e etc. Está sendo uma vivência muito significativa para o meu crescimento acadêmico e profissional. As discussões sobre patologia e técnicas nos auxiliam muito para um ótimo atendimento.
ResponderExcluirAcd. Hermano Gurgel
Prof(a): Giovana Bezerra
Ainda não é fácil o fisioterapeuta ter total autonomia de tomadas de decisões, ainda vivemos numa sociedade que acredita que a única palavra verdadeira quanto ao diagnóstico e tratamento de doenças vem do médico, mas nós alunos e futuros fisioterapeutas, temos aprendido a tomar iniciativas e decisões em cima do que estudamos, aprendemos e vivenciamos para um atendimento e tratamento perfeito e eficaz para nossos pacientes.
ResponderExcluirAluna: Allycherlanhy Nabi Nunes Alves Miranda
Com certeza o papel de um fisioterapeuta está muito além de seguir receituários com tratamentos pré-determinados onde muitas vezes o sintomas não corresponde a uma causa e sim a uma consequêcia. Não só após esse semestre no estagio ambulatorial mas em todo a minha caminhada em todos esses anos de curso pude perceber a importancia saber usar os conhecimentos adquirido ao longo curso de forma criativa. Temos muitas opções de tratamento, muitas ferramentas que possamos usar, a forma com que usamos e a atitude de criar novos tratamentos é o que faz a diferença em um resultado que beneficiará os pacientes.
ResponderExcluirAluno: Moisés William Marinho Magno
Prof: Regina Coeli
O fisioterapeuta deixou, há algum tempo, de ter apenas papel de reabilitador na complexa rede de profissionais da saúde. Hoje, é um profissional que atua amplamente na prevenção, proteção e promoção da saúde, transitando com propriedade nas diversas áreas oferecidas pelo mercado de trabalho, preocupando-se especialmente com a melhoria da qualidade de vida da população.
ResponderExcluirAcd: Nayana Alencar
Profa: Karla Meireles
As experiências partilhadas por nós, colegas do estágio ambulatorial, foram fundamentais para a formação de um raciocínio clínico mais preciso e acelerado. O campo de estágio do NAMI superou as expectativas em relação a exposição de diferentes casos. A diversidade dos casos não só impressionou, como também foi crucial para um melhor entendimento da prática nas patologias, facilitando a tomada de decisão. Não só relacionado ao quesito prático, nós alunos pudemos compreender, pelo convivio social com o paciente, o nosso verdadeiro papel na sociedade ao prover a recuperação da funcionalidade a essas pessoas, acelerando o retorno a suas atividades diárias contribuindo, assim, para a sociedade de uma forma geral.
ResponderExcluirAcd. Manoel Pereira
Prof(a): Regina Coeli
Tanto na vida pessoal como na vida profissional é importante tomar uma decisão lógica e concreta que traga bons resultados. O fisioterapeuta, integrante da equipe multidisciplinar, deve estar ciente de sua capacidade de contribuição dentro da equipe para construção do diagnóstico e do tratamento mais indicado para o paciente, portanto deve-se está sempre preparado para tomada de decisão quando for necessário.
ResponderExcluirNo processo de tomada de decisão é importante para o fisioterapeuta questionar-se a fim de chegar ao correto diagnóstico e para realizar o tratamento mais apropriado para seu paciente sendo necessário que esta decisão seja baseada em uma boa avaliação inicial, do mesmo modo que durante todo o tratamento seja analisado se a conduta fisioterapêutica escolhida precisa ser reformulada, introduzindo novas técnicas ou tirando alguma que não há mais necessidade de ser executava para que assim possamos atingir mais rápido os objetivos do tratamento.
Acd. Renata Tallita de O. Dantas
Prof(A): Regina Coeli
Os primeiros meses do estagio apresentaram algumas dificuldade quanto a tomada de decisão, devido a insegurança, o que foi melhorando com a prática no dia-a-dia, pois é preciso passar a confiança para seu paciente. Para uma tomada de decisão é necessário que o fisioterapeuta relacione a teoria com a prática e faça uma boa avaliação para descobrir a causa dos sinais clínicos apresentados pelo paciente. O diagnóstico médico é importante mais não é essencial, pois cabe ao fisioterapeuta investigar os sinais e sintomas, para tomar sua decisão e aplicar a conduta mais adequada para aquele caso.
ResponderExcluirA experiência do estágio ambulatorial é importante pois aplicamos a teoria na prática, nos tornando mais experientes quanto a recursos e técnicas fisioterapêuticas, sabendo usar de forma correta quanto as suas indicações e contra-indicações, e assim nos preparar para a vida profissional.
Acd: Lahra Luna Ehrich
Prof (a): Regina Claudia
O raciocínio clínico e a tomada de decisões são fundamentais na prática clínica da fisioterapia, eles devem estar bem concretizados na cabeça de um fisioterapeuta, para que seja possível tomar decisões sobre o diagnóstico e tratamento dos pacientes. Com isso, tornar o atendimento efetivo e com caráter resolutivo.
ResponderExcluirDurante esse semestre, no estágio ambulatorial, podemos observar e vivenciar a real importância dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso. E através deles, podemos ter um maior conhecimento sobre as patologias, e assim tomar decisões adequadas de como elaborar condutas eficazes para cada paciente, de acordo com as suas particularidades.
A relação existente entre alunos e professores, no estágio, torna possível a troca de conhecimentos, contribuindo para a formação de profissionais de qualidade.
Acd: Juliana Silva Carvalho
Prof(a): Regina Claudia
Em relação ao primeiro mês de estágio houve uma mistura de vários sentimentos mas, o maior foi a felicidade de atuar na profissão desejada desde criança. A hora de aprender a avaliar e traçar um plano de tratamento de acordo com o que nos foi ensinado na universidade exige muita atenção e responsabilidade. Cada paciente é um ser único onde, a percepção dele diante a afecção por ele sofrida influencia de forma direta na reposta ao tratamento. Veio forte a noção de que o ser humano é composto pelo todo e não por partes, então, não é possível tratar um joelho, um ombro ou pé, sem ver-lo como pessoa que merece respeito e dedicação.
ResponderExcluirA formação do fisioterapeuta deve ultrapassar a paredes da universidade (graduação), a construção do conhecimento deve ser continuo, ou seja, para o ser humano se torna um bom profissional ele deve estudar sempre.
Acd Aline Carlo Martins de Freitas
Prof.(a): Karla Meireles
o Estágio ambulatorial nos proporciona uma ampliação dos nossos conhecimentos na vivencia prática, pois a teória já vem sendo adiquirida por nós ao longo de nossa formação academica, e a convivencia com os pacientes nos deixa seguros com relação a aplicação de algumas técnicas e nos familiariza com as patologias.
ResponderExcluirO fisioterapeuta é um profissional da área da saúde que tem atuação em vários campos da área médica, e é uma profissição que esta em constante crescimento apesar dos seus 40 anos, espero que novas oportunidades profissionais surgiam em diversas áreas da saúde que ainda não atuamos e que necessitam de nossa presença.
Acd. Samara Kelly
Professora: Sandra Mara Brasil
O diagnostico clinico tem que ser levado em consideração, mas a tomada de decisão é do profissional que vai dar assistência ao paciente. É por esse motivo que nós da área da saúde temos esse estagio em campo, pra nos tornarmos capazes de tomarmos as nossas decisões, pois é lá fora onde estaremos atuando não mais como aluno e sim como profissionais capazes, colocando em pratica tudo que aprendemos dentro da universidade, onde poderemos contar com outros profissionais e respeitar a sua tomada de decisão clinica.
ResponderExcluirAcd. Mª Patricia Albuquerque Pontes
Prof(a): Giovana Bezerra
O raciocínio clínico e a tomada de decisão são dois fatores que andam juntos na vida não só de um fisioterapeuta, mas de todos os profissionais da área da saúde. Ambos são conquistados apenas com a experiência prática, complementada por anos de estudos teóricos que nós, alunos, realizamos durante nossa formação até então. O estágio ambulatorial veio preencher essa lacuna essencial que é a experiência e, não menos importante,a auto-confiança. Nos fornecendo um convívio com o paciente pode trazer, sobretudo, a percepção do real valor de nosso trabalho dentro da sociedade, já que muitas vezes o nosso empenho em reabilitar somado ao desejo de melhora do paciente será a equação que resultará na sua reinserção social.
ResponderExcluirAcd. Talita Pacífico
Prof(a): Regina Coeli
Ao nos deparar com a necessidade de assumir o verdadeiro papel de fisioterapeuta, papel este que nos é cobrado principalmente nesta fase do nosso curso de fisioterapia o estágio ambulatorial, sentimos as verdadeiras necessidades de ter uma bagagem de conhecimento bem aprofundada e embasada para aplicar ao nosso julgamento clínico, nesse momento identificamos as nossas dificuldades, principalmente em avaliação e diagnóstico. Muitas vezes tratamos pacientes que vêm com diagnósticos médicos errados, superficiais ou inespecíficos e até mesmo sem diagnóstico. É nesse momento que usamos nosso conhecimento crítico que deverá estar bem embasado pelá prática ao longo do curso e pelo aprofundamento nos estudos e pesquisas para descobrir a verdadeira causa do problema do paciente. Agindo na causa estamos no caminho certo para a recuperação do paciente. Como o médico dá o diagnóstico clínico e o fisioterapeuta o diagnóstico cinesiológico funcional uma interação profissional viria a fechar um diagnóstico bem completo o que só resultaria em ganho para o paciente e para médico e fisioterapeuta na escolha de seus tratamentos. Um identificaria a patologia ou o acometimento e o outro que prejuízos à função foram causados.
ResponderExcluirA vivência do estágio ambulatorial têm sido riquíssima para aprimorar meus conhecimentos a respeito de tomada de decisão e avaliação clínica, hoje prestes a concluir essa disciplina me sinto madura em relação a quando entrei, me sinto segura para dar meus próprios passos no caminho da profissão que escolhi.
Acd.: Lorena Pinheiro de Melo
Profa.: Maria Tereza Monteiro
Com certeza, o fisioterapeuta está apto a diagnosticar cineticamente a funcionalidade do paciente. Deverá avaliar sinais e sintomas com atenção para que sua tomada de decisão no tratamento deva ser a mais adequada possível.
ResponderExcluirO estágio serve de base para a nossa prática profissional esclarecendo dúvidas e nos colocando diretamente com o aluno x paciente x professor.
Acd.: Williana Fernandes
Profa: Rinna Rocha
A qualificação de um bom atendimento fisioterapêutico depende da competência e capacitação do profissional que tem o poder descisivo p/ traçar um tratamento objetivo, visando o melhor atendimento com as melhores tecnicas e recursos para o paciente.
ResponderExcluirPor isso, a realização minuciosa do HDA, acompanhando o paciente como um todo e buscando coletar o máximo de informaçoes possiveis sobre o mesmmo, e de suma importância, pois, dessa forma, ele se tornará um instrumento indispensável para garantir coerência ás medidas que serão tomadas e, assim, aumetará a probabilidade de êxito no tratamento de reabilitação do paciente
Paula Morais de Andrade
Prof. Ana Paula Abdon
O raciocínio clinico é um aprendizado que adquirimos em todo a nossa vida acadêmica, mas sendo mais utilizada no estagio ambulatorial, pois temos que nos rebolar para tratar as diversas patologias que enfrentamos no dia a dia como fisioterapeutas, pois essa é a profissão que escolhemos para seguir para a vida toda,temos que ter um olhar sempre atento para as diversidades que aparece na nossa vida e o aprendizado que temos serve para toda a vida.
ResponderExcluirAcd: Max Taylor Mesquita Prof: Regina Coele.
O fisioterapeuta realmente tem que ter uma tomada de decisao direta e confiante para o tratamento fluir bem, alem disso no estagio lidamos muito com situacoes aonde observamos casos que alem de ter uma postura firme tambem o papel do fisioterapeuta e de conversar com o paciente, pois muitas vezes o tratamento tem uma excelente melhora. No estagio sup a postura muda muito, pois temos q pensar como um todo e nao so na parte do corpo humano.
ResponderExcluirAcd: Nayana Alves Dantas
Prof: Leila Machado
Acredito que tenha sim, um raciocínio clínico e lógico para a idealização da conduta fisioterapêutica. Nosso ideia sobre o papel da Fisioterapia é uma questão a ser formada e atualizada em todas as etapas da nossa vida academica e profissional: como fisioterapeutas auxiliamos na promoçao, prevenção e melhora dos distúrbios cinéticos funcionais. Como profissionais da área da saúde, atuamos na orientaçao e/ou educação de questões que parecem simples, mas que aos poucos previne, e melhora a qualidade de vida da população como um todo. e consequentemente econimia financeira tanto para cada individuo, como para os órgãos públicos.
ResponderExcluirAluna: Barbara Bastos Camilo
Matricula: 0910311 -2
Professora: LEILA MACHADO
O estagio ambulatorial é de muita importância para minha formação profissional, visto que tal experiência me esclareceu o papel do fisioterapeuta na prevenção e tratamento das doenças de uma forma mais social mostrando a busca pela melhora da qualidade de vida dos pacientes, além de constituir um treinamento onde vivenciei a pratica- teoria que contribuíram para minha identidade profissional.
ResponderExcluirO diagnóstico médico identifica a doença através da historia clínica do paciente e resultados dos exames complementares, já os fisioterapeutas têm como competência uma avaliação de limitações funcionais do paciente. Acredito que possa existir um trabalho em equipe, sendo a avaliação médica influente para um embasamento de tratamento fisioterápico.
Aluna: Natálya Mirley
Matrícula: 0711699-3
Professora: Eluciene de Carvalho
O estagio ambulatorial proporciona ao aluno colocar em prática todo o conhecimento, técnicas e manualidade, visto até então. E perceptível, que no primeiro momento a insegurança, o que é bem diferente de falta de conhecimento, acabe nos deixando um pouco inseguros. Pórem, no decorrer do semetre vamos nos tornando seguros quanto ao raciocineo cliníco e a correta e eficaz tomada de decisões, resultando numa grande fundamentação para a prática clinica.
ResponderExcluirAluna: ANA TAMIRES OLIMPIO
Professora: REGINA CLÁUDIA.
O papel do Fisioterapeuta torna-se cada vez mais complexo face à constante qualificação dos serviços de assistência à saúde, que não se limitam mais a garantir sobrevida, mas a oferecer qualidade de vida às pessoas. Assim a nossa profissão vem crescendo cada vez mais, descobrindo novas possibilidades de intervenção, onde com um bom diagnóstico cinesiologico funcional podemos criar um tratamento que se encaixe ao paciente, e não simplesmente seguir o que vem recomendado na guia do mesmo. Não esquecendo também que é muito importante uma equipe multidisciplinar.
ResponderExcluirAcd. Magna Pinto Madeiro
Prof. Karla Meireles
O papel do fisioterapeuta ainda esta um pouco preso ao grande "poder" que alguns profissionais impõem ter sobre os fisioterapeutas. Durante esse estágio pude comprovar a existência desses profissionais mas como tenho certeza esse são uma minoria, não perco as esperanças de que essa "receitas de bolo" irão acabar. Dessa forma com essa realidade nos confrontando vejo a necessidade da avaliação cinesiológica bem feita e fazendo um importante link entre a história do paciente relatada por ele, diagnóstico médico, queixa principal e avaliação cinesiológica funcional para obtermos um tratamento satisfatório.
ResponderExcluirAcd. Thaise Herculano
Prof. Karla Meireles
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ResponderExcluirNo decorrer dos semestres aprendemos a sermos mais responsáveis e a termos mais segurança para criar um protocolo de atendimento aos nossos pacientes. Pare sermos bons profissionais é muito importante o trabalho em equipe, respeitando cada um na sua área para que seja dado o diagnóstico certo ao paciente e para a melhora dele. O bom profissional visa a saúde e bem estar do seu paciente para que haja uma melhora satisfatória.
ResponderExcluirAcd: Juliana Morais
Prof: Rinna Rocha
Há algum pouco tempo atrás o fisioterapeuta era visto como um profissional apenas reabilitador e que dispunha de "receitas" para tratar as mesmas patologias em pacientes diferentes. Hoje vemos essa realidade mudar e sabemos das inúmeras áreas que o fisioterapeuta pode atuar, deixando de atuar apenas na reabilitação e passando a atuar tambem na prevenção de lesões, principalmente em atletas. O tratamento deixou de ser feito como "receitas" e se passou a dar mais valor a uma avaliação bem feita e criteriosa, onde iremos tratar o paciente em cima daquela alteração cinética-funcional que ele apresenta, e que sabemos muito bem que pode ser muito diferente de um paciente para outro.
ResponderExcluirNo estágio ambulatorial exercitamos exatamente isso, fazer uma avaliação criteriosa, identificar as alterações cinético-funcionais existentes e tomar a decisão de qual técnica e conduta será melhor para a recuperação desse paciente. Essa experiência é muito enriquecedora para a futura prática profissional, trazendo segurança e confiabilidade para nós, alunos, quando ingressarmos no mercado profissional.
Acd: MAÍRA DUARTE
Prof: Maria Tereza
No começo temos algumas dificuldades para colocar tudo o que aprendemos durante a vida acadêmica em prática. Mais isso ao passar dos dias essa falta de confiança vai desaparecendo e dando lugar ao fisioterapeuta que você estudou tanto tempo para ser. A falta de confiança ocorre muito mais por medo do que falta de conhecimento, a medida que o medo passa as técnicas terapêuticas, os diagnósticos cinesiológicos funcionais fluem. O fisioterapeuta possui um papel muito importante tanto na reabilitação quanto na prevenção a saúde. Hoje em dia é preciso o fisioterapeuta saber o seu papel e saber como se portar em sua vida profissional, para que não acabe prejudicando outros profissionais da saúde podendo assim trabalhar utilizando a multidisciplinaridade. Através de atuação conjunta entre os profissionais é que será possível atuar vendo um paciente como um todo, e não só a patologia que ele se refere, fazendo com que assim seja realizado uma atendimento completo e a melhoria do paciente seja eficaz.
ResponderExcluirACD: Francisco de Lucena Aragão
Prof: Maria Tereza
No inicio não é facil, pois o primeiro passo é uma boa avaliação e depois de tudo feito nos deparamos com varias informações e vem a pergunta sem resposta, O que vou fazer agora?
ResponderExcluirComigo foi assim, mais com um tempo, vamos ganhando experiencia, confiança e a resposta logo aparece e o melhor é quando os resultados positivos vão surgindo, pois é nesse momento que temos a certeza de que estamos no caminho certo.
O maior objetivo traçado diante de qualquer caso é o sucesso na resolução do problema do paciente, e isso se da diante da obtenção de um diagnóstico correto e de um tratamento efetivo, onde a solução desse problema é caracterizada por duas grandes fases de tomada de decisão que é a designação de um diagnóstico num nível de especificidade adequado para as considerações terapêuticas e a seleção de um tratamento que afete o problema de forma a resolvê-lo ou aliviá-lo.
Acd: Mikaelle Sindeaux
Prof: Maria Tereza
A qualidade da avaliação passa por um raciocínio clínico que visualiza a integridade do paciente, priorizando suas necessidades, observando a prática da ética profissional na imposição de escolhas, e adequando o tratamento às expectativas do mesmo, amparado por procedimentos fisioterápicos coerentes. Avaliar os procedimentos utilizados para uma avaliação é tão importante quanto avaliar a eficiência na evolução dos tratamentos. A tomada de decisão tem que ser consciente, responsável e baseada nas informações obtidas através do raciocíno clínico, na avalição e dentro de suas competências, promover, manter e recuperar a saúde do seu paciente em seu contexto físico, mental e social.
ResponderExcluirAcd. Êza Rafaella
Prof. Karla Meireles
O diagnóstico médico identifica a doença em si através de exames clínicos ,mas para nós fisioterapeutas vem a nossa capacidade de ir mais além diagnosticar o paciente através das sua limitações funcionais tratando- o como um todo. Mas é ai que entra um trabalho em equipe um embasamento maior de tratamento fisioterâpico.
ResponderExcluirAcd. Cláudia Cruz
Prof. Leila Machado
No estágio de ambulatorial, me senti bem segura do que estava realizando com os pacientes, claro que no começo, sempre bate aquela insegurança, mas depois tudo fica bem.
ResponderExcluirA verdadeira identidade no nosso papel como fisioterapeuta, acho que temos que ter Capacidade de elaborar o diagnóstico fisioterapêutico, interpretar laudos e exames propedêuticos e complementares detectando as alterações cinético-funcionais apresentadas.
Saber prescrever, baseado no que foi constatado na avaliação físico-funcional, as técnicas de tratamento fisioterapêuticas adequadas a cada caso.
Acd. Aline Calado Castro Facundo
Professora: Leila Machado
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ResponderExcluirVale só ressaltar que todo inicio é difícil vem as inseguranças de como fazer para tratar o paciente como um todo,mas com o decorrer do tempo vem a adaptação e tudo se torna mais fácil, vem a avaliação,o diagnostico os exames complementares e é nesse volume de coisas que vemos onde estamos e o que somos um Profissional apto a cuidar e dar o melhor de si para os seus pacientes.
ResponderExcluirAcd. Claudia Cruz
Professora Leila Machado
Diante de uma sociedade cada vez mais preocupada com o tempo curto para tratar do próprio corpo e conseguir uma melhor qualidade de vida, os profissionais da saúde ganham papéis fundamentais. é super importante que os estudantes de fisioterapia tenha essa conciencia, porque cada paciente tem ser tratado de uma forma indivudual e com melhor tratamento que se adeque sua patologia. por isso devemos sempre estar nos reciclamos, fazendo cursos ... Por tudo isso, pensar, refletir, planejar e traçar a carreira, é um passo fundamental para o sucesso profissional.
ResponderExcluirAluna Fernada Celli
Professora Rinna Rocha
Passado esse primeiro mês de estágio, você colega aluno, já tem estabelecido em seu cotidiano os aspectos essenciais para o raciocínio clinico e tomada de decisão que irão guiar o atendimento de seus pacientes?
ResponderExcluirSim
Levando esse questionamento para um sentido mais amplo, você já concebeu a verdadeira identidade de seu papel como fisioterapeuta?
Sim, pois o fisioterapeuta, na sociedade tem um papel fundamental, se levarmos em conta que na vida moderna, as pessoas estão cada vez vivendo mais, respectivamente aumentando o número de indivíduos com doenças crônicas e degenerativas na população com mais idade. Os jovens fazem uso cada vês mais de aparelhos eletrônicos que os obrigam a fazer movimentos repetitivos, adquirem posturas erradas, se aventuram e corem mais riscos, aumentando a probabilidade de acidentes, fraturas e contusões, LER ou DORT por exemplo. Na infância, graças aos avanços da medicina, pode-se hoje identificar alterações, deformidades, anomalias e síndromes, que tratadas precocemente podem ter seu quadro revertido ou suas seqüelas amenizadas.
Por tanto entendo que a fisioterapia na vida dessas pessoas se faz extremamente necessária para os ajudarem a viver melhor, com mais qualidade de vida, ou adaptando-os para a condição de sua realidade.
O fisioterapeuta deve olhar o paciente como um todo. Objetivando sempre a independência funcional, o retorno as suas atividades diárias e a sua relação com o meio em que vive, contribuindo para uma melhora no aspecto social e emocional do paciente.
Aluna Luciana Helena
Prof Rinna Rocha
Em uma profissão que tem uma ampla diversidade de áreas de atuação, faz importante traçar um paralelo e interligá-las no momento em que estamos tratando o paciente, observando-o em um contexto global. As técnicas aplicadas dependem de uma boa avaliação prévia, porém, devido à alta demanda de paciente e a falta de um bom tempo disponível para isso, o que se observa, muitas vezes, é um déficit na qualidade das avaliações. Reavaliar e quantificar por meio de instrumentos científicos validados também deveria ser uma prática constante, mas ainda é um mecanismo também deficitário, o que desfavorece a qualidade dos nossos serviços. No início do estágio, um receio é comum ao definir o melhor plano de tratamento, mas, com o tempo e as experiências, torna-se mais fácil determiná-lo e obter resultados satisfatórios, dentro dos âmbitos da promoção, manutenção e recuperação da saúde.
ResponderExcluirAcd.: Aline Gomes
Profa.: Sandra Brasil
A nossa profisão tem crescido muito nesses anos, pois tem um papel fundamental na sociedade, ajudando-a a ter uma melhor qualidade de vida e adaptando a sua realidade. Devemos ter consciência que o paciente tem ser tratado de uma forma indivudual e com melhor tratamento que se adeque sua patologia.Objetivando sempre a independência funcional, o retorno as suas atividades diárias.
ResponderExcluirAcd: MIRNA DINIZ
Prof:SANDRA BRASIL
Quando inicia o estágio nós sentimos um pouco inexperientes, inseguros e com muitas dúvidas mas aos poucos vamos aprimorando com a vivência, e com discussões com os colegas e professores vamos praticando cada vez mais para obter um raciocínio melhor durante a avaliação. Um fisioterapeuta hoje em dia não atua somente avaliando e tratando pacientes com algum tipo de patologia, hoje a prevenção, proteção e promoção da saúde é uma área que vem sendo bastante difundida na fisioterapia e essas medidas ajudam muito na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
ResponderExcluirACD: BRUNO F. BEZERRA
PROF: REGINA CLAUDIA
Todo começo é um pouco complicado. Iniciamos com várias dúvidas e com grandes expectativas. Com a vivencia diária nos atendimentos, assim como a importância de buscarmos conhecimentos além do que é proposto na disciplina é fundamental para a melhora nos atendimentos e na recuperação do paciente. A Fisioterapia vem conquistando maior espaço no mercado de trabalho atuando na prevenção, promoção e reabilitação do individuo. Cada profissão tem um papel importante e fundamental para as pessoas, quando trabalhados com interdisciplinaridade e responsabilidade podem alcançar com mais êxito o bem estar e proporcionar uma melhor qualidade de vida.
ResponderExcluirAcd.: Cinthya Codevilla
Prof.: Sandra Brasil
O fisioterapeuta é hoje insubstituível na equipe de saúde,apto à tratar,recuperar
ResponderExcluire promover saúde.Sendo este um elemento chave na melhora do paciente,devolvendo
suas condições funcionais de acordo com as complexidades individuais de cada paciente.
Cabe a este profissional atuar com competência e responsabilidade,mostrando-se capaz
de intervir diante de qualquer situação e nível de complexidade patológica do paciente.
Para isso é necessário, que este se mantenha em constante busca pelo conhecimento,
envolvendo-se com a ciência e pesquisas clínicas,capacitando-se para mostrar o quanto a
fisioterapia é magnifíca e surpeendente.
Acad:Roziane Livino
Prof:Rinna Rocha
O RACIOCÍNIO CLINICO E TOMADA DE DECISÃO EM FISIOTERAPIA é um dos pontos mais importantes a serem descobertos pelos acadêmicos do curso, este é um processo lento, que requer paciência, conhecimentos prévios e uma percepção maior do paciente do que ele apenas aparenta. Por ser tão importante e tão complexo, esse processo deveria ser realizado sem pressa e com cautela, porem não é a realidade vista na maioria dos profissionais fisioterapeutas, que sobrecarregados e muitas vezes pouco estimulados profissionalmente devido a desvalorização da profissão, acabam por passar pela principal etapa do atendimento fisioterapeutico sem muita importância, o que determina um tratamento e conduta desastrosa para o paciente, que como um feito domino, sem uma boa avaliacao fisioterapeutica, não teve os objetivos corretos traçados para o seu tratamento, que por sua vez não realiza condutas corretas e especificas para seus desarranjos, impossibilitando assim a melhora de seu quadro clinico.
ResponderExcluirSendo assim, devemos escutar nossos pacientes, fazer as perguntas certas, raciocinar diante não apenas do que escuta, mas do que escuta, do que vê e do que percebi, muitas vezes a percepção do fisioterapeuta diante do exposto é que leva a melhor tomada de decisão dos tratamentos. Vale ressaltar que sem conhecimentos prévios das complicações funcionais encontradas em nossos pacientes, de nada adianta escutar, perguntar, perceber, ter tempo, ou não... por isso enquanto acadêmicos, devemos ser curiosos e estudiosos, e com o tempo, pratica e interesse o resto da vida.
ALUNA MARILIA CAVALCANTE COSTA
PROFESSORA REGINA CLAUDIA
O raciocínio clinico é importante para o fisioterapeuta, este vem se aperfeiçoando durante sua formação acadêmica.Sendo necessário para que o profissional esteja apto à atuar junto com a equipe de saúde para o melhor evolução do caso clínico.
ResponderExcluirO fisioterapeuta e a equipe de saúde têm que esta preparada para tomada de decisão, que é bem trabalhada durante os estágios no decorrer do curso, nos garantindo uma maior experiência ao nos tornarmos profissionais.
Acd: Mikaele Paulo Ponte
Professora: Regina Coeli
O raciocínio clínico é uma função essencial na tomada de decisão que começa logo na avaliação do paciente. Acredito que para isso acontecer de maneira coerente e necessário que o fisioterapeuta tenha embasamento e fundamentos teóricos adquiridos durante toda a sua vida acadêmica que deve estar interligado com a experiência pratica e que ocorra um equilíbrio nesses dois pilares.
ResponderExcluirProfessora: Mylza Rosado
Aluna: Juliana Moura Nobre
o raciocinio clinico, se inicia desde a entrada do paciente em sua sala de avaliação, onde iremos resgatar os conhecimentos, ter ética e coerencia para tomada de decisão para elaboração do tratamento. o fisioterapeuta deve ter tomada de decisão, conciente tendo responsabilidade de suas informações obtidas.
ResponderExcluiracd- francisca crisllane caula lopes
professora- mylza rosado
Como já foi mencionado o raciocínio clínica é de extrema importância durante o atendimento, para que as decisões que serão tomadas sejam feitas de acordo com a necessidade do paciente, visando o aspecto ético e social da nossa profissão.
ResponderExcluirDurante a realização do atendimento, o conhecimento teórico tem que adequado para que aja um conhecimento prático correto. Então a base do raciocínio é o conhecimento do assunto.
Aluna: Rafaela Lobo Rocha
Professora: Mylza Rosado
Sem o raciocínio clinico o tratamento fisioterapeutico torna-se superficial e ineficaz. A tomada de decisão tem que ser conciente, tendo ética com seu paciente, e cuidado com a prescrição coerente da conduta.
ResponderExcluirAluna: Amanda S. de Oliveira
Professora: Mylza Rosado
O raciocínio clínico é adquirido durante o decorrer do curso, que possibilita essa tomada de decisão que contribui para a escolha do tratamento adequado para cada caso. Assim, nos tornamos um profissional consciente e capacitado.
ResponderExcluirAluna: Andreza Pimentel Fernandes
Professora: Mylza Rosado
O raciocínio clinico é gerado ao longo da avaliação, e nos leva a ter que tomar decisões concisas para um melhor tratamento. No primeiro mes do estagio ambulatórial nos deparamos com diversas dificuldades quanto a tomada de decisão, a insegurança, e tudo isso foi se modificando com a prática no dia-a-dia, e consequentemente nos tornando firme nas tomadas de decisões. Acredito que nos futuros fisioterapeutas devemos ser coerentes e concisos para que tenhamos sucesso, o embasamento e fundamentação teórica adquiridos durante toda a nossa vida acadêmica são importantes e devem estar interligado com a experiência vivenciada na pratica.
ResponderExcluirACD: Rosana Abreu Batalha
PROFª Regina Cláudia
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ResponderExcluirO fisioterapeuta há alguns anos era visto como um profissional que reabilitava um membro do corpo humano sendo que esse conceito mudou e hoje tanto a classe médica como os próprios pacientes estão reconhecendo o valor do nosso trabalho que além de atuar na prevenção tem uma atuação mais ampla visando não apenas tratar de partes do corpo, mas olhando para o paciente e o tratando em um contexto geral e de forma humanista. Tanto o fisioterapeuta como o paciente devem se interagir de uma maneira mutuamente construtiva. A informação que o paciente provê deve ser interpretada e colocada em um contexto significativo pelo fisioterapeuta. O fisioterapeuta tem a capacidade de ajustar o processo de raciocínio clínico e explorar novas formas de esta tratando o mesmo se assim notar a necessidade na mudança da conduta terapêutica e isso ele irá alcançar por sempre se importar em saber como esta evoluindo seu paciente e sempre que necessário reavaliando, dessa forma na maioria das vezes o tratamento será satisfatório.
ResponderExcluirACD: Dayane Prince L. Uchôa PROF(A):Regina Cláudia