Leia os trechos de opiniões veiculadas em um mailing list na ocasião de um comentário sobre uma palestra que abordou o tema raciocínio clínico nas lesões esportivas:
“o processo de diagnosticar deve ser entendido como uma abordagem interdisciplinar de caracterização, identificação e diferenciação do sofrimento de uma pessoa, e assim cada conclusão acaba por ser pessoal e característica”
“Durante a discussão multiprofissional, foi levantada uma questão interessante a respeito do diagnóstico médico X fisioterapêutico. Pelo que entendi, o diagnóstico médico seria dar nome à doença, enquanto o fisioterapeuta diagnostica os sinais, sintomas e consequências (dor, edema, diminuiçao de força, etc) da doença identificada pelo médico.”
“Claro, existem profissionais e profissionais, historicamente o fisio foi educado a querer assumir outros papeis, desastrosamente, mas alguns tem sorte. Mas eu acredito em evolução profissional e o momento da nossa é de quebra de paradigmas, eu to apostando que ta mudando e tbm por sorte vejo isso em alguns locais”.
Passado esse primeiro mês de estágio, você colega aluno, já tem estabelecido em seu cotidiano os aspectos essenciais para o raciocínio clinico e tomada de decisão que irão guiar o atendimento de seus pacientes? Levando esse questionamento para um sentido mais amplo, você já concebeu a verdadeira identidade de seu papel como fisioterapeuta?
Participem dessa discussão salutar, com opiniões livres, porém consistentes e embasadas!